sábado, 8 de maio de 2010

Panda gigante da China pode desaparecer em duas gerações


O panda gigante da China pode desaparecer "em duas a três gerações" devido ao rápido crescimento económico que tem vindo a destruir o habitat natural destes animais, alertou hoje o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

Segundo a organização não-governamental WWF, o grande problema é que o habitat natural do panda gigante, o emblemático urso preto e branco que é um dos símbolos da China, está a ser dividido em pequenos territórios, o que dificulta que diferentes populações de animais entrem em contacto para se reproduzirem. "Se o panda não conseguir encontrar parceiros de outros habitats para acasalamento pode enfrentar a extinção em duas ou três gerações", alerta Fan Zhiyong, director do programa de espécies da WWF na China, lembrando que o risco de endogamia (cruzamento com membros de seu próprio grupo) reduz ainda a resistência destes animais às doenças. O especialista do WWF precisa que a "construção de estradas próximas às reservas naturais" está a causar uma "considerável restrição de liberdade de movimentos, obstruindo rotas de migração e prejudicando a saudável troca de genes entre representantes da espécie". No entender de Fan Zhiyong, para diminuir a pressão sobre estes animais e garantir a sua conservação é fundamental abdicar da construção de infra-estruturas nas imediações das reservas naturais. Actualmente há cerca de 1600 pandas a viverem em liberdade na China, a maioria nas províncias de Sichuan (sudoeste), Shaanxi (norte) e Gansu (noroeste). No entanto, as estimativas da WWF apontam para que 43 por cento dos habitats naturais ainda não sejam considerados reservas naturais ou áreas protegidas e que 29 por cento destes animais careça de protecção efectiva.
Fonte:DN Ciência                                               Sofia 9º4 nº22

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ilhas Molucas dão a conhecer nova espécie de lagarto "primo" do dragão-de-Komodo


Foi descoberta recentemente uma nova espécie de lagarto gigante pertencente á do lagarto de Komodo, nas Ilhas Molucas. Mas ao contrário do seu parente, o Varanus Obor (nome científico da espécie)é inofensivo. A sua população é composta por apenas alguns milhares de animais que habitam exclusivamente na Ilha de Sanana.

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Fonte: Sapo Naturlink, 03-05-10
Francisca Andrade - nº2, 9º2

Austrália: cientistas usam reflexo condicionado para tentar salvar marsupiais



SYDNEY — Cientistas australianos anunciaram nesta quarta-feira ter conseguido ensinar os marsupiais, ameaçados de extinção, a evitar a ingestão dos venenosos sapos-cururu, uma medida que, acreditam, ajudará outras espécies ameaçadas a sobreviver.


Ecologistas da Universidade de Sydney revelaram ter conseguido treinar o gato-marsupial (Dasyurus hallucatus) a suprimir seus instintos e se recusar a comer os anfíbios invasores, que viraram praga em várias partes do país.


A ingestão desta espécie de sapo é fatal para os marsupiais. Mas os cientistas conseguiram condicioná-los a evitar se alimentarem destes animais na natureza, disponibilizando para eles sapos pequenos salpicados com um produto químico enjoativo.


Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gBs4hfwHlDTJIzVi8jdzuH0YUUTA


Aluno: Duncan Bragg/ 9º4 / Nº4


quarta-feira, 5 de maio de 2010

Mercados turísticos na África - Animais em perigo

Milhares de turistas voltam das férias com produtos feitos de animais selvagens nas malas, como este tapete de leão, vendido na África do Sul.
 Muitos turistas compram os produtos acreditando que eles sejam legais, mas algumas espécies são ameaçadas e protegidas internacionalmente.

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Fonte: Planeta Terra
Colocado por Vitório Rodrigues

terça-feira, 4 de maio de 2010

Coalas correm risco de extinção


Os coalas, animais-símbolo da Austrália, estão sob ameaça de extinção, porque o crescimento urbano na costa leste da ilha está destruindo seu frágil habitat, segundo ambientalistas. A Fundação dos Coalas da Austrália pediu ao governo que ponha essa espécie na lista das ameaçadas de extinção. A entidade analisou mil habitats e concluiu que 60% deles foram destruídos e em 30 por cento não há mais coalas.

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Fonte: noticias.terra.com.br
Tatiana Nº24 9º2

O urso polar

O urso polar(ursus maritimus) tem como maior ameaça a redução do seu habitat natural: o mar de gelo do ártico, que está derretendo por causa do efeito de estufa. O encolhimento do seu habitat natural reduz a capacidade dos ursos encontrarem comida e de criar os seus filhotes.


Hugo Afonso, 9º4, nº6



segunda-feira, 3 de maio de 2010

A extinção das plantas também existe


Portugal tinha uma grande área florestal, por causa dos incêndios, da poluição e da destruição em grande escala, diminuiu significativamente.
A diminuição do número de árvores pode levar ao desaparecimento de espécies, como
o Azevinho e  o Carvalho.
Fonte: Diário do Ambiente. Publicado por: Laura 9º2

Conservação dos répteis no Noroeste de Portugal

As populações de répteis encontram-se insuficientemente estudadas, o que condicions a implementação de medidas de conservação para as espécies ameaçadas. O estudo que se apresenta pretende avaliar a situação no Noroeste de Portugal.

Fonte: Naturlink
Joana Rodrigues nº13 9º2

domingo, 2 de maio de 2010

Doença misteriosa mata linces





Espécie está em vias de extinção. Há apenas 200 animais a viver em estado selvagem. Uma misteriosa infecção está a ameaçar o lince ibérico, uma espécie em vias de extinção. O vírus já matou três animais em cativeiro, mas muitos outros apresentam sintomas preocupantes, informou esta terça-feira o organismo espanhol encarregue pela protecção destes felinos.


João Pereira nº14 9º2

Fonte: TVI 24

sábado, 1 de maio de 2010

A ameaça aos anfíbios na Gulbenkian

São o grupo de vertebrados mais ameaçado do mundo. A destruição dos 'habitats', a introdução de espécies exóticas, as alterações climáticas e um fungo mortal extinguiram dezenas de espécies e ameaçam de desaparição muitas outras. Dia 30, especialistas reúnem-se em Lisboa para discutir a conservação dos anfíbios.

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Petra Raquel Nº19 9º4

Fonte:DN Ciência